terça-feira, 20 de agosto de 2013

Com delay!

Pela primeira vez desde que cheguei a Londres, posso dizer que saí à noite. As noites em casa da Carol e no barco da Joana foram muito boas, mas não acho que contem como sair à noite. 
Já tinha ouvido falar do KOKO, quer como casa de espectáculos, quer como discoteca, mas nunca tinha lá ido, então ficou combinado com pessoas da Record que iríamos lá esta sexta feira. Depois de preparar o mood num bar ali perto, entro no KOKO e tipo... Epá, que giro. Mas mesmo! Um feeling de cineteatro em tons de vermelho. Até me fez lembrar a Crisfal, em Portalegre, minus a música que aqui é boa, ao contrário de lá. 


Depois de uma noite muito bem passada, e de chegar a casa às 6:40am, escusado será dizer que mal me levantei da cama durante o sábado. Não só estou velha, como costumo dizer, como também não dançava há mais de 6 meses. E como não dançava há tanto tempo, fiquei completamente escavacada (ainda agora me dói o corpo todo). Consegui levantar-me da cama às 8pm, e ainda fui ao supermercado, mas essa foi a única actividade do dia.



O Domingo já foi mais produtivo. Ainda que só me tivesse levantado às 11:30am, consegui sair de casa relativamente cedo, e pus-me a caminho de Camden. O chato foi que a Northern Line estava fechada, então tive de ir de autocarro, o que fez com que demorasse cerca de uma hora a chegar a Camden. Depois de ruas e ruelas, e de não saber onde andava, lá cheguei ao meu destino. As ruas estavam, para não variar muito, a abarrotar, mesmo com as ameaças de chuva.




Fui então à procura do que pretendia, umas coisinhas para levar para Portugal, e umas bargains para mim, que também mereço. Ainda deu para passear pelo mercado, para me perder entre barracas de comida e de souvenirs.


Depois, mais uma viagem de autocarro, desta vez até Green Park, para ir procurar uma feirinha muito gira onde tinha estado há uns tempos atrás. Tinha lá coisas muito giras, e era lá que ia comprar um presente para o baby Vi, mas cheguei ao sítio e a feira nem vê-la. No caminho de volta ao Ritz, tive tempo para parar numa loja gira gira, que vai ser onde vou comprar a maior parte dos presentes de Natal, se chegar a ir a Portugal. Por mim, tinha comprado absolutamente tudo, mas contive-me. 


Já em casa, foi dia de reunião de flatmates, para discutir aumentos de renda, benefícios de mais uma pessoa na casa, e alguns aspectos menos positivos que se têm vindo a acumular ao longo das semanas. Sinceramente, acho que a reunião foi positiva, cada um expôs os seus pontos de vista. Agora é esperar que as coisas corram um nadinha melhor. 

De qualquer das formas, a única coisa em que consigo pensar nestes últimos dias é que falta apenas uma semana para ir de férias, e mal posso esperar!!

domingo, 4 de agosto de 2013

And we're back!

Depois de um fim de semana de puro descanso, onde a única coisa que fiz foi passar da cama para o sofá e do sofá para a cama, este fim de semana não foi muuuuito diferente.
Com a Joana de férias quase há duas semanas, tenho passado os dias entre community management, e produção, gravações, reuniões, e tenho chegado ao fim do dia sempre com a cabeça feita em água, e sempre com a sensação que me falta fazer qualquer coisa. 
Mas este fim de semana decidi sair um bocadinho de casa, apanhar um bocadinho de ar. Depois de um fim de dia a relaxar com cocktails na companhia da Sara e do Hugo, o sábado começou lento, e com nervos à mistura, por causa das obras que estão a acontecer cá em casa já há mais de uma semana. Entre chuveiros montados ao contrário, cortes de água sem aviso prévio e banhos de água fria, estes senhores que têm vindo cá a casa estão a por-nos os nervos em franja e ainda por cima agora só voltam cá a casa na próxima 4a feira.

Enfim, depois de duas horas de skype com uma das gordas, uma ida ao maravilhoso mundo da Poundland para compras essenciais, e uma ida ao Westfield para tentar resolver problemas com o telemóvel e para tentar ir ao cinema. Digo tentar porque o filme que era suposto ter visto estava esgotado. Sim, sim, esgotado! Ou não fosse o novo filme do Ryan-maravilhoso-Gosling. Como não houve cinema, houve tempo para jantar e regressar ao mexicano. Que saudades de umas chips and salsa, de umas quesadillas, de um picante!



E depois, mais uma insónia. Tão grande, que me fez ir para a sala às 5 e tal da manhã. E já estava a rebolar na cama há umas boas duas horas. Aaaargh! Anda consegui dormitar no sofá, mas às 9 estava levantada, e pronta para ver mais um episódio da O.C, que aqui dá aos sábados. E entretanto um mega pequeno almoço: torradas, chá, ovos mexidos e salada de frutas. Quando tomo estes pequenos almoços fico sempre sem vontade de almoçar. E depois de voltar para a cama e ficar lá a dormitar até quase às 18, lá me levantei para um "almoço" light: gaspacho com croutons, ovo cozido e pepino. Tenho saudades do calor de Portugal que me faz querer comer apenas gaspacho o dia todo.




Anda arrumei o quarto, estendi roupa, pus o telemóvel português a carregar (agora que já voltei a ter PIN - obrigada, Pili!), e fui ao Waitrose e ao Tesco para umas compras de última hora. E para terminar o dia, um daqueles filmes fofinhos (ou não) de sábado, com a clássica história da gata borralheira, o Made in Manhattan. 

E agora, um chá para dormir bem (ou melhor), e para me preparar bem para o dia de amanhã, já que a Joana só vai trabalhar na 3a feira.


Venimim fim de Agosto!!

domingo, 21 de julho de 2013

Há pessoas fofinhas

Antes de passar ao sábado, não podia deixar de falar sobre a minha sexta feira. Tarde de encontros bons, emoções fortes, que me deixaram de lágrimas nos olhos e tudo. É estanho para mim ficar neste estado de fragilidade, mas é bom, ao mesmo tempo. O Fernando e a Alex vieram a Londres espairecer e ver um concerto, e aproveitaram para me dar um beijinho. Saí do trabalho e fui ter com eles a Trafalgar Square, e a partir daí foi o rock'n'roll. Novidades de lá, notícias de cá, pints, vinho, restaurante espanhol/marroquino, dança do ventre para mim e comigo, flamenco, mais vinho e tantas gargalhadas boas. É bom ter saudades, e melhor é matá-las.



Sábado chegou molengão, vi-me aflita para sair da cama, mas lá consegui. E fui ter com o Fernando e a Alex a Camden. Não consegui comer nada, mas fiz-lhes companhia no almoço de sushi. E depois de me despedir deles, dei uma voltinha pelo mercado de Camden enquanto a Sara se despachava para vir ter comigo. E já com ela, fomos andando até chegarmos ao Regents Park. Ainda passámos pelo zoo, e conseguimos ver suricatas e camelos. Ainda não fui ao zoo desde que cheguei, mas não posso adiar muito mais tempo, até porque o tempo é instável e quando der por mim já estamos no inverno novamente.


Ainda antes de arranjarmos um sítio para nós no parque, a Sara levou-me até Primrose Hill, um dos sítios com a melhor vista sobre toda a Londres e onde moram celebridades como o Gavin Rossdale e a Gwen, o Harry Styles e a Rita Ora. Não vi ninguém, no entanto. 


De volta ao Regents Park, mais um passeio até ao lago, e lá arranjámos um sítio para nós mesmo na margem. A Joana e o Hugo foram ter connosco passado um bocado. E depois de esquilos, aves esquisitas, pombos e patos, fomos andando até Oxford Circus, e aí parámos num pub para beber qualquer coisa. A sério, acho que não podia ter tido melhor "sorte" no que diz respeito às pessoas com quem acabei a trabalhar. Gosto muito. 




Já hoje, acordei cedo, mas não consegui sair da cama. Já passavam das 14 quando me consegui levantar, mas depois estava a dar uma maratona na TV de Don't Tell The Bride, e enfim... Deixei-me ali ficar a anhar até quase às 18. Entretanto a Joana perguntou se não queria ir ter com ela a Camden, mas ainda ia demorar mais de uma hora, e ainda tinha umas compras para fazer, e ela entretanto foi para casa.

Eu fiz o mesmo, e acabei o dia no jardim, com 22 graus às 20 horas, a pintar as unhas com cores de verão, a beber groselha fresquinha e a ouvir um concerto de Seu Jorge.

Podia bem habituar-me a esta vidinha.


segunda-feira, 15 de julho de 2013

sa-weet!

Queria ter ido correr na quinta e na sexta, mas como cheguei a casa sempre muito cansada, não fui capaz, e deixei-me dormir antes das 22 nesses dois dias. Decidi então que ia correr sábado first thing in the morning. E assim foi. Levantei-me cedo, e antes das 9 já estava no Thames Path, que já estava cheio: runners, dog walkers, famílias inteirinhas a aproveitar os quase 20 graus que já se faziam sentir. Pensei que ia ser bom correr assim de manhã, mas confesso que me custou. É que como tenho a mania que não bebo água, ia ficando sentadinha numa entrada qualquer de uma casa qualquer a meio do caminho. Para a próxima já sei: garrafa de água e boné, para não queimar a mioleira.

Depois do banho e de comer qualquer coisa, foi altura para levar com todo um bafo que se fazia sentir quer no autocarro, quer no metro, mesmo com ACs.  Mesmo assim, houve condições para um passeio pelo Southbank, e uma ida ao Teatro Nacional para ver a exposição Press Photographers 2011-2012. Muito gira, e podem ver as fotos na net. 
E a loja do Teatro... Mais uma perdição. Mas desta vez saí de lá com mais um notebook muito lindo.








Anda houve uma tentativa falhada de ir a Notting Hill, mas havia demasiadas pessoas, demasiado bafo, e demasiada sede. O plano B foi: pubs, jardins secretos, cervejas e coca colas.


Depois de um bafo gigante no metro da Central Line, só pensava em chegar a casa e em dormir uma sesta. Daquelas que se dormem em pleno verão, no Alentejo, com todas as persianas baixas, para tentar afastar o calor ao máximo. E foi o que fiz assim que cheguei a casa.

Com a tentativa falhada de sábado, a ida a Notting Hill ficou para domingo de manhã. O dia chegou mais fresco que o anterior, com menos humidade, por isso todo o caminho se suportou melhor. Vestidos, chapéus, sapatos, brinquedos, t-shirts, malas, óculos de sol... Sou moça de gostos simples, qualquer coisinha de £5 me servia na perfeição. Portobello Road é de sonho, e não consigo afastar do meu pensamento que um dia gostaria de viver ali.



Como não havia mercado de comida, o almoço foi num restaurante italiano muito catita e com pizzas muito boas. Mais um sítio a fixar. E para desmoer, uma caminhada até à Lisboa Patisserie e à Lisboa Delicatessen (que de patisserie e de delicatessen tinham muito pouco, ou mesmo nada). Não houve compras, mas é sempre bom saber que há mais opções de supermercados portugueses em Londres.




No regresso a Notting Hill Gate, uma paragem no Recipease do Jamie Oliver. Um espaço grande, muito bem aproveitado, onde não só se compra pão, mas também os mais variados produtos que o Jamie usa nas suas receitas, além de refeições já feitas e prontas a meter o forno. Além de loja, o espaço oferece também aulas de cozinha a quem quiser aprender os truques do Jamie, e na parte superior há um café. Muito giro.


Acabadinha de chegar a casa, a Joana perguntou-me se não queria ir ter com ela, com a Sara e o namorado ao Hyde Park, que a Gláu e o Hugo também iam lá ter. Mas eu tinha acabado de chegar, e estava mais que pronta para dormir no sofá. Gosto de pensar que não estou velha, nem que sou careta, mas que sou antes caseira. É um nome mais bonito para uma trintona que teima em não sair de casa.

Até para a semana, fim de semana! 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

BBQ weekend

As previsões para o fim de semana eram animadoras em termos de temperatura e de nuvens no céu, então decidi que estava na altura de convidar os colegas a virem cá a casa, para podermos todos desfrutar do jardim. 
Convidei as pessoas, mas depois tinha sempre tanta informação na cabeça que já pouco mais falei no assunto, e elas até pensaram que já não ia haver nada. Não, meus meninos! Há sim!, disse eu.

Sexta feira saí do trabalho e fui começar a comprar coisas: frango, hamburgueres, salsichas, chips and dips, vinho, cerveja (sagres e super bock!), sumos. Na sexta feira fui às compras 3 vezes, e voltei sempre para casa carregadíssima, e a pensar que me faltava qualquer coisa (nem dormi muito bem nessa noite a pensar que o que tinha comprado era pouco). E ao chegar a casa, uma surpresa boa: o barbecue estava limpo e preparado para o sábado, havia legumes preparados e coronas no frigorífico a refrescar. Há pessoas muito fofinhas!



Sábado de manhã chegou, acordei cedo e fui correr. O Thames Path já tinha muitas pessoas a fazer o mesmo que eu, e a aproveitarem o dia lindo que já estava a aparecer.
Depois do banho fui novamente às compras, e mais uma vez cheguei a casa carregada e a pensar que faltavam coisas. E faltavam. Porque faltam sempre. Mais uma volta ao supermercado. 
Já em casa, comecei a preparar tudo: taças e tacinhas com dips, espetadas com e sem legumes, cortei legumes para grelhar,  temperei tudo e coloquei em travessas. 




E rapidamente chegaram as duas e meia, hora a que tinha combinado ir buscar as pessoas a Hammersmith. E foi essa a hora escolhida para o meu telemóvel ficar sem bateria. Espectacular. Desci e subi as escadas rolantes, andei para a frente, para trás, desci e subi, e nada. Ninguém, e eu sem conseguir falar com ninguém, sem saber se alguém já tinha chegado. Claro que, na minha cabeça, as pessoas já tinham estado lá, já tinham andado à minha procura, não tinham conseguido falar comigo, e já se tinham ido embora. Agarrei em mim e voltei para casa porque, verdade seja dita, estar ali sem telemóvel não me servia de grande coisa.
Já em casa lá consegui ligar o telemóvel, e percebi então que estava toda a gente atrasada. Suspirei de alívio, mas confesso que demorei um bocadinho (grande) a ultrapassar o stress em que fiquei. 
E as pessoas começaram a aparecer. Claro que os flatmates também foram convidados, e rapidamente o jardim ficou cheio. 


O BBQ ficou a cargo de dois dos flatmates até chegarem os brasileiros da picanha e da maminha, e eu continuei nas compras. Sim, mais compras. Cerveja, gelo, limas, cachaça. A tarde foi toda passada entre bebida, fumo, comida, gargalhadas e música brasileira da boa.
No fim de tudo, posso dizer que correu tudo bem, e que toda a gente ficou satisfeita. 




Claro que no domingo primeiro que me levantasse... Custou. Custou mesmo muito. E lá para as 4 da tarde decidi que tinha mesmo de ser. Banho, comer qualquer coisa, e sair de casa para ir com as meninas e meninos para irmos comer caracóis. Autocarro, muito trânsito, muita indisposição, muita fome e muito metro depois, chegámos à Toca. Mini doses de caracóis (pfff!) que demoraram mais de 20 minutos a chegar, azeitonas, pão com manteiga, um bitoque tenrinho e o splash das celebridades na televisão (btw... Qué aquiloo?).

Posso dizer que foi, portanto, um fim de semana em cheio. Venham mais! 


domingo, 30 de junho de 2013

Mais saudades

Este fim de semana foi de saudades.

Já tinha ouvido falar de supermercados portugueses, com coisas maravilhosas que trazem casa até nós, mas ainda não tinha ido a nenhum. Até este fim de semana. Sei que há alguns espalhados pela cidade, mas a escolha recaiu sobre Camden. Piccadilly line até Leicester Square, e depois Northern line até Camden, onde as ruas já estavam mais que cheias, não só de turistas, mas de entertainers a fazerem pela vida. Já em direcção a Mornington Crescent, o primeiro português. Pequenino, típica mercearia de bairro. Algum pão, alguns enchidos, sumos da compal,  algumas bolachas, e 3 ou 4 nova gentes já antigas, para as pessoas se irem mantendo informadas acerca do que acontece com os famosos portugueses. Provei um rissol de camarão para ver se me agradava, e estive quase para comprar uma bola de berlim, mas só havia com jam ou com creme. Nah... Assim não dá. 

Investida noutro, o Lisboa, mais à frente e do outro lado da estrada, também ele pequenino em estilo mercearia, mas com mais variedade. Bolachas, azeites, vinhos, salsichas, atuns enlatados, cerelac e nestuns, e uma arca frigorífica com baldes de caracóis, rissois de carne e camarão, e peixe. Foi um pequeno sonho, e de lá vieram para casa os seguintes artigos: papo-secos, cerelac, presunto, salsichas nobre e uma embalagem de rissois de camarão.



À saída do Lisboa, um restautante português, O Tino. Eram quase 4 da tarde, mas mesmo assim ainda serviam almoços. Matei saudades de azeitonas, e pão com manteiga de entrada, de sardinhas e de bitoque. Para complementar isto, nada melhor que o Nel Monteiro num daqueles programas da tarde. Se acreditasse em felicidade podia dizer ali que estava feliz.



Hoje, como ia estar bom tempo novamente, foi dia de ir apanhar sol ao Green Park. Mochila com fruta, batido de fruta, pão, omelete, e uma manta para a relva. Consegui calçar sandálias pela primeira vez este ano e fiquei muito contente.




Mas como pela hora de almoço o sol estava muito forte, casa foi o destino que se seguiu. Ainda dormi ali uma meia hora de sesta antes de pensar se iria matar saudades de comer caracóis a um português em Stockwell ou não. Caracóis, ou Crabtree, ou bbq... Acabei por não fazer nada. E é nestas alturas que tenho saudades de Portugal, e de estar com pessoas. As minhas pessoas. Saudades de ir nem que seja meia hora ao jardim da estrela, saudades de ir a casa do bebé beber um copo, de beber um café com alguém, saudades de comer umas sardinhas nos bailes do atalaião, com a família e toda a vizinhança junta, saudades das noites de esplanada na praça da república. 

Enfim, saudades.















segunda-feira, 24 de junho de 2013

Chegou o verão!

Pois é, o verão chegou na 6a feira, dizem. Por aqui não dei muita conta, dado o cinzento do céu, a ventania e a descida de temperatura. Ainda pensei que no fim de semana melhorasse, mas nada desta vida. 

Sexta depois do trabalho tive mais trabalho, desta vez em português. No Dalston Roof Top encontraram-se alguns (muitos) membros do grupo The Portuguese Conspiracy, um grupo dedicado à boa comida e bebida portuguesas, bem como à música, ao cinema, às artes no geral. Como iam ter um screening de curtas portuguesas do NY Portuguese Short Film Festival, fomos lá filmar e entrevistar algumas pessoas para o novo programa que estamos a preparar. Sítio muito giro, ambiente muito relaxado e boa onda. Ainda apanhámos um bocadinho de verão, mas depois vieram as nuvens novamente.


                                 

                                 

                                 

                                 

                                 

Entretanto chegou o sábado, e com ele mais algum trabalho. Outro festival com curtas metragens, o Open City Docs Fest. Portanto metade do dia foi passado de um lado para o outro, entre tendas no meio de jardins, filmmakers e cheiro a comida vietnamita. 

                                 

                                 

Depois disso, foi chegar a casa e dormir uma sesta gigante de sei lá... 3 horas? Nem sei bem, mas foi maravilhoso. E como se isso não bastasse, ainda me deixei dormir no sofá até às 2 da manhã. Estou desgraçada. 

Já domingo, e para não estar o dia todo em casa (ainda o verão no seu melhor), houve tempo para um gelado daqueles das carrinhas. Opá, aquilo leva-me à infância, nem sei bem qual a razão, porque em Portugal nunca tinha comido gelados das carrinhas. É maravilhoso, prontossss! 

                                

                                

Resto de dia? No sofá com coriander and parsley nan, masterchef Australia e chuva lá fora. 

Olá, verão!